Nesta quinta-feira (5), a judoca Mayra Aguiar usou o perfil da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) para falar sobre a recuperação do procedimento cirúrgico no joelho esquerdo feito em setembro. Nunca fui de me entregar. Nunca desisti. E não vai ser agora que isso vai acontecer. Já enfrentei sete cirurgias e várias lesões, além de dificuldades normais que todas as pessoas passam, e jamais deixei de perseguir os meus objetivos. Agora, minha meta é estar nos Jogos Olímpicos de Tóquio e sei que lá estarei, mais uma vez representando as cores do Brasil e da Sogipa, falou a bicampeã mundial, dona de dois bronzes olímpicos.

O processo de recuperação começou em seguida. Neste momento, caminha muito bem. Me sinto fortalecida e motivada. A evolução é visível dia a dia. A resiliência faz parte da minha vida e sempre tive muita tranquilidade em me adaptar e fazer o melhor com aquilo que eu tenho em cada momento. Em janeiro, volto a colocar o quimono e, em março ou abril, já devo competir, finalizou.

A CBJ confirmou nesta quarta (4), através de nota, que a atleta se lesionou no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo em setembro durante a participação na Missão Europa, em Portugal, iniciativa do Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Atual número cinco do mundo na categoria até 78 kg, a judoca gaúcha de 29 anos já tem a classificação bem encaminhada. E, mesmo sem lutar, até junho de 2021, quando será definida a classificação aos Jogos Olímpicos, dificilmente ficará de fora.





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Nunca fui de me entregar. Nunca desisti. E não vai ser agora que isso vai acontecer. Já enfrentei sete cirurgias e várias lesões, além de dificuldades normais que todas as pessoas passam, e jamais deixei de perseguir os meus objetivos. Agora, minha meta é estar nos Jogos Olímpicos de Tóquio e sei que lá estarei, mais uma vez representando as cores do Brasil e da Sogipa. Sofri, em setembro, uma lesão no joelho e me submeti a uma cirurgia. O processo de recuperação começou em seguida. Neste momento, caminha muito bem. Me sinto fortalecida e motivada. A evolução é visível dia a dia. A resiliência faz parte da minha vida e sempre tive muita tranquilidade em me adaptar e fazer o melhor com aquilo que eu tenho em cada momento. Além da confiança em mim mesma e naqueles que me cercam e da tranquilidade que adquiri ao longo de tantos anos como atleta, tenho a experiência de já ter vivido processo semelhante. Sou forte e sempre enfrentei os meus problemas trabalhando duro e silenciosamente. Em 2013, passei por duas cirurgias e, apenas alguns meses depois, conquistei a medalha de ouro no Campeonato Mundial em Cheliabinsk. A recuperação está indo muito bem. Os médicos, os fisioterapeutas e os preparadores físicos estão satisfeitos com o progresso. Já estou suando bastante e fortalecendo a parte física. Em janeiro, volto a colocar o quimono e, em março ou abril, já devo competir. Ou seja, mudou o meu caminho, mas o destino segue o mesmo. É Tóquio. @mayraaguiarjudo, 05.11.2020 #ForçaMayrao 💪🏽 Foto: Gabriela Sabau/ @judogallery / Cheliabinks 2014

Uma publicação compartilhada por CBJ (@noticiascbj) em 5 de Nov, 2020 às 9:18 PST

– Juliano Justo – Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional – São Paulo – YWD 11044